Comparativo
ARVENS vs WhatsApp
WhatsApp é a ferramenta mais usada do mundo para partilhar fotos. É também a menos adequada para partilhar uma vila de 15 milhões. Compressão destrutiva, sem compromisso de confidencialidade, sem rastreabilidade: três defeitos eliminatórios em off-market.
Numa frase
WhatsApp destrói a qualidade das suas fotografias, não impõe NDA e nunca lhe diz quem viu o seu dossier. ARVENS resolve os três.
Os limites concretos do WhatsApp para imobiliária de exceção
WhatsApp comprime uma fotografia de 80 MB para cerca de 200 KB, uma perda de qualidade de cerca de 99,75%. A vila torna-se uma miniatura. Nenhum NDA é assinado antes da abertura: o seu comprador vê o bem sem ter comprometido a sua confidencialidade. Nenhum rasto é conservado: não sabe se a foto foi aberta, reencaminhada, capturada ou publicada.
Tabela comparativa
As seis funcionalidades que decidem se uma ferramenta serve para partilha off-market.
Veredicto
Para partilhar uma foto de família, WhatsApp continua excelente. Para partilhar um bem de exceção a um comprador que ainda não conhece, WhatsApp expõe o seu cliente, a sua comissão e a sua exclusividade. ARVENS impõe o NDA, conserva a qualidade 4K e rastreia cada abertura.
Perguntas frequentes
Posso continuar a usar WhatsApp para falar com os meus compradores?
Sim, e deve. ARVENS não substitui a conversa, apenas o envio da foto. Conversa no WhatsApp, cola o link ARVENS, o seu comprador clica, assina o NDA, vê as fotografias em 4K. A experiência de envio é idêntica.
WhatsApp Business é uma alternativa?
Não. WhatsApp Business adiciona ferramentas de marketing mas nenhum NDA vinculativo, nenhuma auditoria nominal IP/cidade e a mesma compressão destrutiva.
Pode-se provar juridicamente que um comprador viu a minha foto via WhatsApp?
Dificilmente. Os recibos de leitura WhatsApp têm pouco peso em juízo. ARVENS gera um relatório PDF com marca temporal, IP, cidade, navegador e assinatura HMAC do servidor — oponível como prova jurídica em França e na União Europeia.
Outros comparativos
Pare de enviar vilas de dez milhões por WhatsApp.
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